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Como a Axis pensa software com IA.
Aprendizados, bastidores e opiniões fortes sobre IA, interfaces e por que a maioria dos produtos de IA fracassa na adoção.
A IA escreveu a petição. Quem pagou a multa foi o cliente.
Ferramentas de IA escrevem peças em minutos e, às vezes, inventam jurisprudência com cara de verdadeira. Quando isso chega ao tribunal, a multa por litigância de má-fé pode cair sobre o cliente, e o caso vai para a OAB. A ferramenta não responde por nada. Quem assina, responde.
Ler →Até 2032, seu escritório vai trabalhar com dois sistemas de impostos
Pela regra de transição da reforma tributária, o sistema de impostos atual e o novo convivem até 2032. Para o escritório contábil, o peso não está em entender a regra nova. Está em operar as duas ao mesmo tempo, cliente por cliente, com a mesma equipe.
Ler →Um lote deu problema. Para quem mais você vendeu?
Quando um cliente reclama de um lote, a primeira pergunta é quem mais recebeu o mesmo lote. Se a resposta depende de procurar nota por nota, o tamanho do problema passa a ser decidido pelo tempo da busca, e não pelo tamanho do defeito.
Ler →Quem precisa participar antes de escolher um sistema
Quem vai usar o sistema todo dia precisa participar antes da escolha, não só no treinamento. É essa pessoa que conhece as exceções do processo, e exceção que não aparece na escolha aparece na implantação, quando corrigir custa mais caro.
Ler →Por que nada anda quando o dono não está
Quando o dono se afasta por alguns dias, o trabalho continua. O que para é a decisão. Não é falta de gente nem de competência: é que a regra que ele usa para decidir nunca foi escrita, e ninguém consegue delegar o que só existe na própria cabeça.
Ler →O cliente bravo liga. O que você perdeu não ligou.
Quem reclama ainda está dando uma chance. O cliente que decide sair costuma fazer isso em silêncio, e a sua empresa só descobre quando o pedido dele não aparece mais.
Ler →A empresa deu lucro no mês. E você não tem com que pagar o fornecedor.
Lucro e dinheiro são duas coisas diferentes, separadas por um intervalo de tempo. Quem vende a prazo e paga à vista financia a própria operação sem perceber.
Ler →O comercial vendeu. A operação descobriu depois.
Quando a venda promete um prazo que ninguém confirmou, a empresa assume uma dívida na hora e só descobre o tamanho dela no dia da entrega.
Ler →Quem aprovou esse pedido? "Acho que foi no WhatsApp."
O WhatsApp é ótimo para avisar e péssimo para registrar. O problema aparece quando alguém precisa saber o que foi combinado, e a resposta está em algum lugar de uma conversa de três meses atrás.
Ler →A peça está pronta. Falta um documento que você pediu em agosto.
O escritório não trabalha menos porque o cliente demora. Trabalha em dobro: cobra, espera, retoma do zero e ainda refaz o que já estava escrito quando a informação finalmente chega.
Ler →O cliente triplicou de tamanho. O honorário é o mesmo de 2019.
Ninguém cobra errado de propósito. O preço foi justo no dia em que foi combinado, e desde então o cliente dobrou o movimento sem que nada no contrato mudasse.
Ler →A peça que volta pra linha não aparece em relatório nenhum
Quando uma peça sai errada e é jogada fora, o prejuízo aparece. Quando ela é consertada e segue, o custo some dentro da produção do mês e ninguém nunca soube que existiu.
Ler →O caso que deu prejuízo foi aceito numa reunião de trinta minutos
Todo escritório tem um contrato que consome mais do que paga. Ele não nasceu ruim: foi aceito sem as perguntas que teriam mostrado o tamanho dele.
Ler →Se a Juliana sair, quantos clientes vão com ela?
Num escritório contábil, o cliente não tem relação com a empresa. Tem relação com quem atende o telefone dele. E isso só fica visível no dia em que essa pessoa pede demissão.
Ler →O sistema diz que tem. A prateleira diz que não.
Quando o saldo do sistema não corresponde ao que está no galpão, a equipe para de confiar no sistema. E aí todo mundo vai conferir na mão, que é o custo que ninguém soma.
Ler →Você sabe quais clientes dão lucro? A maioria dos escritórios não.
O escritório fatura bem, trabalha o mês inteiro e mesmo assim o dinheiro não sobra. Quase sempre existem dois ou três contratos sustentando prejuízo que ninguém mediu.
Ler →O seu pico não é dezembro. São cinco meses seguidos.
Quem trata o fechamento como uma maratona de dezembro chega em abril exausto e sem perceber por quê. O calendário do escritório tem um padrão, e ele é previsível o bastante para ser planejado.
Ler →A máquina não quebrou de repente. Ela avisou e ninguém anotou.
Quase toda parada grande teve sinal antes: o barulho diferente, o superaquecimento, a peça que já tinha travado. O problema não é a máquina. É que esses avisos não viram registro.
Ler →Metade da empresa sai de férias. A operação não sai.
Todo dezembro a empresa descobre quais processos dependiam de uma pessoa específica. A descoberta acontece no pior momento, e sempre custa mais do que teria custado planejar.
Ler →O fim de ano não cria problema novo. Ele cobra os antigos.
Tudo que a sua operação resolve no improviso funciona em setembro. Em novembro, com o dobro do volume e gente nova na equipe, o improviso não escala junto.
Ler →O sistema funciona. O problema é que ninguém mais conserta ele.
Sistema velho que roda bem não parece urgente. O risco não está no que ele faz hoje: está no dia em que algo quebrar e não existir mais quem saiba, ou possa, arrumar.
Ler →Antes de trocar o sistema lento, descubra quem sente a lentidão
A mesma queixa tem três causas possíveis, e elas custam valores muito diferentes. Dá para separar uma da outra observando quem reclama, quando e onde, sem entender nada de técnica.
Ler →Quando o sistema é de todo mundo, ele não é de ninguém
Todo sistema que funciona bem depois de dois anos tem uma pessoa com nome e sobrenome cuidando dele. Todo sistema que virou bagunça tinha a responsabilidade dividida entre todos.
Ler →O relatório está certo. O que foi digitado é que não estava.
Quando o número do sistema não bate com a realidade, a culpa cai no sistema. Mas o problema quase sempre entrou três meses antes, num campo preenchido do jeito que cada um entendeu.
Ler →O contrato se renovou sozinho. O reajuste veio junto.
Ler →Você comprou o sistema inteiro. Sua equipe usa três telas.
O sistema foi implantado, a equipe aprendeu o básico e a operação voltou ao normal. Dois anos depois, metade do que você paga nunca foi ligada, e a planilha continua ali do lado.
Ler →A hora de negociar a saída é antes de entrar
Quem está insatisfeito com o sistema atual costuma adiar a troca pelo mesmo motivo: ninguém sabe o que acontece com os dados na hora de sair. Isso se resolve no contrato, não na saída.
Ler →Você contratou um analista. Ele passa o dia digitando.
Quando gente boa pede demissão, a conversa vira salário e reconhecimento. Antes disso, olhe o que essa pessoa fazia das nove às seis.
Ler →O fornecedor não errou. Você pediu tela, não resultado.
Metade dos projetos que dão errado começam na conversa inicial. Não porque o cliente não sabe o que quer, mas porque descreve a solução que imaginou em vez do problema que tem.
Ler →Contratar alguém de TI resolve? Depende do que trava hoje.
Quem responde essa pergunta na internet vende uma das duas respostas. O critério honesto não é custo: é o que da sua operação você não pode terceirizar.
Ler →Você contratou um analista. Ele passa o dia digitando.
Quando gente boa pede demissão, a conversa vira salário e reconhecimento. Antes disso, olhe o que essa pessoa fazia das nove às seis.
Ler →Se você precisa aprovar, é porque ninguém sabe a regra
Delegar não é confiar mais na equipe. É escrever quem decide o quê, até que valor e com qual informação. Sem isso, tudo volta pra sua mesa, e volta com razão.
Ler →A empresa dobrou. O jeito de tocar ela continuou o mesmo.
Faturar o dobro com a estrutura de antes não é eficiência. É dívida acumulando, e ela cobra em cansaço, margem apertada e decisão que só passa por você.
Ler →Três propostas, três preços, e nenhuma delas é comparável
Quando as propostas chegam com diferença grande de preço, o problema quase nunca é o preço. É que cada uma está descrevendo um projeto diferente do mesmo pedido.
Ler →Dá tempo de começar esse ano? Depende do que você chama de começar.
Dezembro é ótimo pra preparar um projeto e péssimo pra virar a chave. Entender essa diferença é o que decide se você entrega em janeiro ou se cria um problema no recesso.
Ler →Quanto a sua empresa deveria investir em tecnologia?
Existe uma média de mercado, e ela ajuda menos do que parece. O número que importa é outro: quanto os seus gargalos custam por ano se nada mudar.
Ler →Você tem backup. Já tentou restaurar alguma vez?
Quase toda empresa tem backup configurado. Poucas sabem quanto tempo levariam pra voltar a operar, e é esse número que decide o tamanho do estrago.
Ler →O sistema é bom. A equipe voltou pra planilha mesmo assim.
Quando o time contorna o sistema novo, quase nunca é birra com tecnologia. É que o jeito antigo continua sendo mais rápido pra quem tem meta pra bater hoje.
Ler →Metade do atraso do seu projeto vai depender de você
Projeto de software atrasa por motivos previsíveis, e boa parte deles está do lado de quem contratou. Saber quais são antes de começar é o que evita a briga depois.
Ler →Ninguém consegue te dizer quanto custa. E o motivo é bom.
Toda empresa publica uma faixa de preço diferente, e nenhuma delas serve pro seu caso. Como montar a sua própria conta antes de pedir o primeiro orçamento.
Ler →Você pagou pelo sistema. Mas o código é seu?
A lei diz que os direitos são de quem contratou, salvo estipulação em contrário. E é justamente na estipulação em contrário que mora o problema de muito contrato.
Ler →Todo mundo elogiou o painel. Ninguém abriu no mês seguinte
Painel abandonado quase nunca é problema de ferramenta. E na maioria das empresas o que resolve não é um painel melhor: é um aviso que chega sem ninguém precisar abrir nada.
Ler →A integração parou há três semanas e ninguém percebeu
Integração raramente quebra com estrondo. Ela para de mandar alguns registros, o resto continua andando, e o erro só aparece no fechamento, já com semanas de estrago.
Ler →O cliente não reclama da demora. Reclama do silêncio
A maior parte da lentidão de um processo não é culpa do escritório. Mas a sensação de abandono é, e é ela que faz o cliente trocar de advogado no meio do caminho.
Ler →Seu cliente não quer consultoria. Ele quer resposta.
O mercado manda o escritório virar consultivo. Mas o que faz o cliente ficar ou ir embora é bem mais simples: quanto tempo ele espera por uma resposta sua.
Ler →Se o vendedor sair amanhã, com quem ficam os clientes?
Quando o atendimento acontece no celular pessoal do time, o histórico do cliente é da pessoa, não da empresa. E ele vai embora junto no dia da demissão.
Ler →O produto que mais vende pode ser o que menos dá lucro
Se o custo por produto sai de uma planilha com rateio simplificado, a margem que você usa pra formar preço é chute. E o erro aparece justamente no item de maior volume.
Ler →Cinco casos em que automatizar é a decisão errada
Nem todo gargalo se resolve com sistema. Os cinco sinais de que o seu problema é outro, e por que mais da metade das empresas que cortaram gente por IA se arrependeu.
Ler →Tudo na sua empresa dá pra automatizar. Comece por um.
Quando você olha a operação inteira, tudo parece urgente. O critério pra escolher o primeiro processo não é o que mais irrita: é o que custa mais e trava menos gente.
Ler →O prazo que só uma pessoa do escritório sabe controlar
Na maioria dos escritórios, o controle de prazo mora numa planilha que uma pessoa domina. Funciona até o dia em que ela tira férias, e aí o risco aparece inteiro.
Ler →Quando o contador vira cobrador de documento
Todo mês a mesma novela: a terceira mensagem pedindo o mesmo documento. O problema não é o cliente relapso, é o processo de entrada que nunca foi desenhado.
Ler →As pausas de 5 minutos que comem a sua produção
A parada grande todo mundo vê e anota. O que ninguém mede é a de 5 minutos que acontece dez vezes por dia e some do relatório, porque é rápida demais pra anotar.
Ler →Se o número só fica pronto no dia 10, você decide no escuro
Todo mês você decide olhando o resultado do mês passado. O problema não é a demora do fechamento: é depender de alguém montar a planilha pra saber como a empresa está.
Ler →Seus sistemas não conversam? O custo de ser a ponte
Quando os sistemas não se falam, alguém vira a ponte entre eles, copiando dado de um pro outro. Como achar esse custo e resolver sem trocar tudo o que você já tem.
Ler →Chatbot que responde x chatbot que vende: a diferença
A maioria dos chatbots de WhatsApp irrita o cliente e não traz uma venda. O que separa um robô de respostas prontas de um que entrega lead pronto pro comercial.
Ler →Sistema pronto ou feito pra sua empresa: qual escolher?
A pergunta certa não é "comprar pronto ou mandar fazer". É onde traçar a linha entre os dois — e a resposta está nas exceções da sua operação, não no preço da mensalidade.
Ler →Automatizar a conferência de notas fiscais: vale a pena?
Conferir nota na mão é barato até o dia em que passa uma errada. O que a automação valida, o que ela não resolve e como saber se faz sentido na sua operação.
Ler →Quanto custa um processo manual? A conta que ninguém faz
Trabalho manual não aparece em nenhuma linha do seu balanço — mas sai da margem todo mês. Como calcular o custo real do seu, com os seus números, em cinco minutos.
Ler →Sua empresa depende de uma pessoa? O risco que ninguém mede
Se uma pessoa sair e a operação engasgar, o problema não é ela — é onde o processo está guardado. Como achar essa dependência e tirar da cabeça de alguém.
Ler →7 sinais de que sua empresa passou do ponto da planilha
Planilha resolve — até parar de resolver. Estes são os 7 sinais de que a sua já virou risco pra operação, e o que fazer antes que trave.
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